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Nome:Tatiane Melo
Apelido:Tathy
Idade:18
Aniversario:27 de Dezembro
Signo:Capricornio
Cidade:Florianópolis
Meus Amores:Minha Familia,meu hamster e MIYAVI *-*
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terça-feira, 28 de outubro de 2008





Preciso deixar de ser EMO




Passara a tarde ouvindo NX Zero no quarto trancado.
Havia uma maçã em cima da comôda,
um revólver na gaveta do guarda-roupas e ele
estava em dúvida do que pegaria primeiro.
Na sua mente mil pensamentos loucos giravam.
O sujeito deles todos era uma garota.
A sua garota.
Passava a primeira temporada longe dela.
Apenas uma semana, mas estava sendo angustiante.
O ciúme, tal qual uma imensa mão gelada lhe apertava o coração.
Pensava na sua bela dama longe dele,
perto de outro garoto,
um garoto que era também apaixonado por ela.
Era mesmo de enlouquecer,
mas ele precisava confiar nela,
confiar que o amor que nutriam um pelo outro
era mais forte que qualquer desejo passageiro.
Precisava desesperadamente acreditar nisso.
Do contrário acabaria se decidindo pela arma…
O telefone na mesinha de cabeceira parecia chama-lo.
Mas ele não iria ligar pra ela de novo,
não fazia nem uma hora da última ligação.
Não queria correr o risco de externar sua preocupação,
sua agonia, seu ciúme. Quem sabe ela não o
achasse um chato, pé-no-saco e o mandasse embora?
Aí sim não haveria outra opção,
abriria a gaveta e empunharia o revólver,
pela última vez.
Nunca acreditou muito nesse lance de matar por amor,
isso pra ele era loucura,
mas agora tudo parecia tão próximo,
tão racional, tão viável.
Quase dava razão ao rapaz que vira na
televisão matando a ex-namorada e o atual parceiro desta.
Quase dava razão.
Quase. Apenas seu veneno era outro.
Não conseguiria matar sua amada.
Sua única alternativa seria colocar o cano
frio na própria boca e premir o gatilho.
A tarde corria lépida e a angústia na cabeça do moço aumentava.
Imaginava ela conversando com o rival.
Ele sorrindo pra ela.
Ela rindo de alguma piadinha dele.
Isso não podia continuar.
Todo o seu corpo tremia com o frio da tarde de outono
e com a urgente necessidade de tomar uma decisão.
A maçã seguia intacta,
a gaveta continuava fechada.
O que fazer? A sua indecisão frente a maçã e
o revólver tinha uma razão de ser.
Educado sob a ética protestante tinha medo do inferno.
Ouvira um pastor definir o inferno como
a materialização ad eternum dos medos de cada um.
Não seria agradável viver o resto da eternidade
sentindo esse ciúme odioso consumindo sua alma.
Não seria capaz de se entregar a isso se
houvesse ainda uma outra opção. E havia.
Com um movimento brusco o rapaz afasta uma mecha
de cabelo que lhe cai sobre os olhos e pega a maçã.
Após a primeira mordida vem a compreensão e a conclusão final.
Preciso crescer…
Tathy By CHOBITSTathy 08:21Tathy

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